Levantamento feito pelo IBGE mostra que as empresas catarinenses detém a maior taxa de sobrevivência em uma década: 32,8% diz o estudo Demografia das Empresas e Estatísticas do Empreendedorismo 2018,  que compara as companhias abertas em 2008 e que ainda estavam em operação dez anos depois no Estado.

Este índice é o maior dentre todas as unidades da federação e fica sete pontos percentuais acima da média nacional.

A pesquisa também revela que, no primeiro ano, 84% das firmas catarinenses continuavam funcionando; a média nacional era de 81%. E, cinco anos desde a fundação, o percentual de estabelecimentos catarinenses em atividade ainda era de 53%, mas no país apenas 47% delas sobreviviam.

 

Em 2018, havia 4,83 milhões de negócios, o pior resultado desde 2010, revela o IBGE. O pico foi em 2013, quando havia 5,19 milhões de empreendimentos em atividade.

Os números apontam para a qualidade da gestão dos empresários de Santa Catarina - acima da média - como um dos fatores a garantir a continuidade de negócios por dez anos, no mínimo. E, num período de enfrentamento de graves recessões econômicas , a exigir competências e resiliência por parte dos donos de negócios e de seus executivos.

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