Para a confecção destas máscaras as monitoras trabalham de forma home-office. Elas vão na sede da Diretoria de Inclusão e Cidadania uma vez por semana apenas para fazer os cortes nos tecidos

Um trabalho realizado de maneira intensa, com dedicação, compromisso e responsabilidade. Mais do que isso, visa proteger milhares de pessoas. Assim é o serviço realizado pela Prefeitura de Lages, por meio da Diretoria de Inclusão e Cidadania, da Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação, na produção de máscaras de tecido e descartáveis. Desde o dia 12 de março, início da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), no Estado e em Lages, já foram produzidas 18.600 máscaras de proteção.

De acordo com a diretora de Inclusão e Cidadania, Rita da Graça Muniz, quem produz estas máscaras são as monitoras dos cursos de artesanato, que antes da pandemia, eram oferecidos nos bairros de Lages, através do programa Bairro das Artes. “Com a chegada da pandemia os cursos foram suspensos e de imediato as monitoras começaram na confecção destas máscaras”, explica a diretora.

Em um primeiro momento a produção deste material de proteção foi direcionada para os servidores da Prefeitura. Mas com o avanço da pandemia as máscaras foram doadas também para a distribuição nos oito Centros de Referência de Assistência Social (CRASs), nos três Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREASs), no Centro Pop e para comunidade em situação de vulnerabilidade social nos bairros da cidade. “A distribuição é feita toda de forma gratuita. Com isso, todos têm a oportunidade de se proteger deste vírus”, comenta o prefeito Antonio Ceron.

As máscaras produzidas pela diretoria de Inclusão e Cidadania, da Prefeitura, também estão disponíveis para doação na casa do projeto Guarujá Social, no bairro Guarujá, na sede da Secretaria de Assistência Social e Habitação, localizada ao lado da praça João Ribeiro – próximo à Prefeitura, e na sede da Diretoria de Inclusão e Cidadania, situada na rua Caetano Vieira da Costa – próximo ao Parque Jonas Ramos (Tanque).

Para a confecção destas máscaras as monitoras trabalham de forma home-office. Elas vão na sede da Diretoria de Inclusão e Cidadania uma vez por semana apenas para fazer os cortes nos tecidos. A costura é realizada em suas casas. “A Prefeitura faz a compra do tecido para a confecção das máscaras. Temos ainda a doação de retalhos dos aventais feitos para os profissionais da saúde. Este material seria descartado, mas nós aproveitamos e fazemos máscaras descartáveis”, comenta o secretário municipal da Assistência Social e Habitação, Valdir Gobbi.

 

Texto: Ari Junior

Fotos: Divulgação