As obras  da Uniplac andam rápido... e as demais do Governo do Estado na região?

A Assessoria de Imprensa da ADR Lages (antiga SDR), mandou há pouco release informando que as obras do novo prédio da Uniplac, que está sendo construído com recursos doados pelo Governo de SC (R$ 10 milhões) estão num ritmo muito veloz. 

Há duas semanas atrás, mandaram a mesma matéria informando que 40% da obra estava pronta em menos de três meses. E hoje a mesma matéria dizendo que a obra avançou mais, hoje está com 53% concluída. 

Eu bato palmas para  o assessor de imprensa da ADR Lages pelo "gancho"  jornalistíco e por estar cumprindo com seu papel que é informar sobre as ações do Governo do Estado na região. 

Por outro lado, pergunto, assim como a comunidade lageana e serrana:

- Por que não se tem a mesma agilidade em outras obras do Governo do Estado na região?

Querem alguns exemplos:

- A revitalização do asfalto entre a BR-116 e Campo Belo do Sul - a obra se arrasta há quase 3 anos. E faz tempo que não se tem mais notícias do andamento da mesma. Aliás, me falaram que está tudo parado. Por quê?

- A revitalização do Colégio Rosa em Lages - era para ter sido entregue no ano passado (após uma prorrogação de 6 meses). Mesmo assim não ficou pronto. E ainda não se sabe quando será entregue. 

- O asfalto entre Anita Garibaldi e Celso Ramos. Assinaram a ordem de serviço faz quase 2 anos. E, pasmem, a obra ainda nem começou. Por quê?

- A "famigerada" rodovia Caminho das Neves, em São Joaquim. Começou em 2006, no governo LHS. Criticaram um monte o LHS porque fez muito pouco. Colombo está no governo há mais de 5 anos. E a famigerada obra anda a passos de cágado (tartaruga anda bem mais ligeiro). Por quê?

- O que dizer então do asfalto entre São Joaquim a Painel, de São Joaquim a Bom Jardim da Serra?

- E, para finalizar, o que dizer do tão sonhado "AEROPORTO REGIONAL DE CORREIA PINTO"?

Que tal fazer uma matéria EXPLICANDO o porquê dessa letargia, lentidão, descaso e falta de cobranças por quem de direito deveria exigir o cumprimento dos prazos e a fiscalização da qualidade dessas obras?

Loreno Siega - Revista Visão