A segunda etapa do Programa de Desenvolvimento Industrial Catarinense (PDIC), da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), se encaminha para o fim. Nesta terça (16) e quarta (17), os desafios e potencialidades do setor de celulose e papel de Santa Catarina são pauta de discussão. Os apontamentos identificando as visões, os pontos críticos e as ações de futuro são usados para o desenho de Rotas Estratégicas.

Os trabalhos desses dois dias fazem parte do Projeto Setores Portadores de Futuro para o Estado de Santa Catarina. O programa desenvolvido pela Fiesc para ampliar a competitividade dos diversos setores industriais é o primeiro e único das entidades que compõem a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e já é tido como referência no país.

A dinâmica conhecida com painéis de especialistas tem como objetivo promover uma reflexão sobre a situação atual, o futuro desejado, os desafios e as soluções. Em Lages, cerca de 50 representantes de indústrias, entidades e universidades pensam, planejam e definem as visões de futuro que garantam o desenvolvimento do setor no estado.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Celulose e Papel de Santa Catarina (Sinpesc), Nereu Baú, conta que essa é a primeira vez que os envolvidos com o setor se unem para pensar estrategicamente em ações para o desenvolvimento com resultados a curto, médio e longo prazo. “O impacto do projeto será visto com muita clareza. Um ponto em especial é o fato de as pequenas e médias empresas compreenderem e utilizarem o planejamento para se tornarem mais competitivas e expandirem seus negócios”.

O Masterplan

A próxima etapa do PDIC é o Masterplan. Nesta fase serão focados os principais pontos estruturantes que dificultam o crescimento da indústria do estado. De forma coordenada e sistematizada, ocorrerá um aprofundamento de estudos dos itens de maior relevância com a indicação de propostas de projetos que possam ser implementados pelos agentes responsáveis pelo desenvolvimento do Estado.

Texto e fotos: Catarinas Comunicação