Após uma semana inteira de  uma maratona intensa com  provas teóricas e práticas – sendo acompanhados de perto pelos professores avaliadores – os competidores da Olimpíada do Conhecimento 2013 tiveram uma atividade bem mais leve e prazerosa no início da tarde desta sexta-feira (13/09). Juntamente com outros alunos de escolas públicas e privadas e pessoas da comunidade, eles assistiram e participaram no ginásio de esportes Jones Minosso de uma apresentação científica divertida, realizada pelos integrantes do programa Ciência em Show, de São Paulo, levado ao ar  no canal NatGeo (TV por assinatura) e também no programa da Eliana (SBT).

 

O Ciência em Show é uma empresa inovadora,  que mistura ciência, arte e diversão, conduzida pelos físicos Wilson Namen, Gerson Santos e Daniel Angelo. A Missão do trio  é popularizar a ciência e contribuir com a educação científica no Brasil.  Durante 1h30min., o  espetáculo apresentou  ao público um pouco dos conhecimentos de física,  química e eletricidade  produzidos dentro dos muros da USP. A intenção não é ensinar, mas sim motivar os espectadores a pensar.

 


 

Cabelo em pé, balões que murcham e outras experiências

 

Com muito bom humor, o trio de cientistas, com apoio de um auxiliar de palco, um DJ (na técnica de som) e um coordenador de operações, interagiu o tempo todo com os estudantes e apresentou experiências científicas inusitadas. Uma moça da organização da Olimpíada (Tatiana), por exemplo, foi convidada a subir ao palco para participar das experiências, juntamente com um jovem competidor. Através de experimentos de eletricidade, os longos cabelos da jovem ficaram de  pé por um bom tempo. E o jovem, quando se aproximava, levava pequenos choques elétricos.

 

 

 

 

Em outro experimento, balões cheios de ar, numa câmara que continha Nitrogênio na forma líquida (a 179 graus negativos de temperatura), reduziam substancialmente de tamanho quando colocados dentro da câmera. E voltavam ao normal quando retirados para a temperatura ambiente, tudo diante do público. Outro balão de tamanho gigante  também ficou pequeno e depois voltou ao normal. O ar, em contato com essa baixa  temperatura, reduz o volume que ocupa, o que explica o fenômeno.

 

 

Numa mistura química (água, água oxigenada, detergente de lavar louça e outro componente químico), os cientistas produziram num grande tudo de ensaio uma espécie de explosão. Na verdade, foi uma reação  química utilizada para fabricar espuma. Em outro experimento, um equipamento elétrico especial  gerou uma grande tensão elétrica, que permitiu às pessoas avistarem  a corrente elétrica no ar. Essa corrente, inclusive, acendeu duas lâmpadas fluorescentes (aproximadas do campo elétrico principal por uma voluntária e por um dos cientistas). No final da apresentação, uma mistura química propiciou uma grande explosão, direcionada para o alto (tudo com muito cuidado, conhecimento técnico e segurança).  

 

 

Loreno Siega - Assessoria de Imprensa do SENAI